A eficácia de qualquer diplomacia passa por dinâmicas e projectos concretos, projectos que visam o crescimento e o desenvolvimento dos sectores estratégicos de uma Nação, mas a banalização da diplomacia por parte do nosso governo faz com que a diplomacia angolana seja um fracasso total.
Na data em que escrevo o presente texto, 31 de Maio de 2020, assinalam-se 29 anos desde que os Acordos de Bicesse foram assinados pelas duas partes da guerra civil (Governo-UNITA) que irrompeu com a fundação do Estado angolano. Uma guerra tão antiga quanto o Estado.
Deixem-se lá disto cheira-me á campanha encomendada: Eu conheço Rafael Marques de estar com ele na rua e na minha própria casa depois que fiz um estudo profundo aperfeiçoado.
A falta de inspecção nos gastos das nossas instituições diplomáticas, faz com que os embaixadores, cônsules e outros diplomatas angolanos gastem avultadas somas de dinheiro do Estado de forma desproporcional, atingindo excessos e dimensões econômico-financeiras que lesam gravemente o Estado.
Benguela é uma das províncias mais históricas e ricas de Angola, sendo uma Província bem localizada estrategicamente e por reunir todos os requisitos, provavelmente poderá vir a ser num futuro próximo (daqui a 10-20 anos) a nova capital de Angola.
As políticas públicas do governo angolano sobre os programas e projectos do Estado, há muito que demonstram ineficácias e soluções práticas, para pôr fim, aos demais problemas e complexidades que assolam as questões sociais e económicas do País.
Na sequência da exoneração de Manuel Augusto da Silva Domingos, no dia 6 de Abril do cargo de Ministro das Relações Exteriores de Angola, o IGAE (Inspecção Geral da Administração do Estado) a pedido do novo Ministro Téte António, iniciou uma série de inspecções sobre a gestão do antigo Ministro.
Se bem que exercer a profissão de jornalismo em Angola faz tempo que é considerada a profissão mais perigosa e quase não existir nenhum jornalista que não tem a sensação de estar á viver num terreno minado.