Quinta, 01 de Outubro de 2026
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Há uma equação que se repete há décadas em praticamente todo o continente africano e que continua a condenar milhões de pessoas à pobreza: África extrai, o Ocidente transforma. Enquanto este modelo se mantiver, dificilmente haverá desenvolvimento real, criação de emprego ou justiça económica para os países africanos.

Abordar a dívida pública angolana é refletir sobre o presente e o futuro do país. Mais do que um número, esta dívida traduz obrigações que transcendem mandatos e impactam gerações. Assim, o essencial não é apenas o montante em causa, mas sim a finalidade do endividamento e a capacidade de gerar riqueza para honrar esses compromissos.

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