Recebido no Conselho da República com um caloroso “espero que desta vez venha para ficar”, afinal há, no MPLA, quem vê em Isaías Samakuva uma astuta raposa que devora o galo e atira as culpas à água e um manhoso xadrezista que joga simultaneamente em três tabuleiros: num descredibiliza o Tribunal Constitucional; no outro diaboliza e descredibiliza o MPLA e no último instrumentaliza o ‘ingénuo” Adalberto Costa Júnior.