As políticas públicas traçadas pelo Executivo têm vindo a mitigar o impacto da crise económica e financeira sobre a população. Ao contrário do que sucedeu com o colapso de alguns países da Europa,com manifesta incapacidade financeira para o pagamento de salários da função pública e socorridos pelo BCE e FMI, em Angola o Executivo tem vindo a honrar os seus principais compromissos: ora com salários, ora no serviço da dívida e esta estratégia tem tornado o país credível aos olhos dos mercados financeiros internacionais. Para além disso, defensores do pensamento keynesiano, os economistas do Executivo preferiram cortar a despesa do que aumentar a carga fiscal.
Angola foi em Junho, pelo quarto mês consecutivo, o maior produtor de africano de petróleo, com 1,773 milhões de barris de crude por dia, acima dos 1,523 milhões de barris diários da Nigéria.
Se existem poucas inevitabilidades na vida, uma delas é esta: qualquer economia, mais tarde ou mais cedo, entrará em declínio. Angola não foi excepção.
Todos os países atravessam aquilo que é chamado de ciclo económico – processo que é caracterizado por uma expansão económica, seguida de uma inevitável contração. Se existem poucas inevitabilidades na vida, uma delas é esta: qualquer economia, mais tarde ou mais cedo, entrará em declínio. Angola não foi exceção e todos sabemos que o tombo da performance económica é, em parte, explicado pela sua exposição e permeabilidade à cotação do barril de petróleo.
Após uma semana em São Januário, Milton da Costa, que faz mistério sobre parentesco com presidente de seu país, elogia clube e técnico: "Muito diferente"