Mas do que isso é preciso ação e agir sempre e quando estiverem em causa os seus legítimos direitos consagrados pela constituição nacional angolana assim como pela declaração universal dos Direitos Humanos.
O discurso estado da nação proferido pelo presidente da república João Lourenço, na assembleia nacional, deixou muito a desejar, não é admissível que o presidente minta tanto e desnecessariamente, sobretudo para ser de imediato desmentido. Foi um discurso ensurdecedor, cansativo e descontextualizado da realidade e sem verdade comparativa.
O que se passa com o bom senso de Adalberto Costa Junior (adiante ACJ), essa qualidade que Descartes dizia ser a mais bem distribuída de todas? O que se passa com a coerência política de um homem que prometeu “mudança agora”?
O dinamismo político-diplomático militar do governo angolano tem demonstrado eficácia e eficiência a nível do continente africano, nos últimos anos, muitos dos conflitos regionais em África de forma directa têm sido monitorados e mediados por Angola, exemplo concreto foi a elaboração do protocolo que pôs fim às tensões entre o Uganda e o Rwanda, protocolo este que foi assinado em 2019 em Luanda sob a mediação de Sua Excelência Presidente João Lourenço, tal igual em 2022 Angola ajudou a evitar uma possível escalada militar entre a RDC e o Rwanda.