O preço para comprar divisas nas ruas de Luanda está em queda, após dois meses sem alterações, o período de maior estabilidade desde a crise cambial no país, e em sentido contrário à contínua depreciação oficial do kwanza angolano.
A consultora BMI Research considera que o crescimento dos empréstimos bancários em Angola mostra que "o pior já passou" para o setor financeiro, mas alertou que a recuperação será lenta devido ao crédito malparado e política monetária restritiva.
O departamento de estudos económicos do Standard Bank considerou hoje que a recente emissão de 3 mil milhões de dólares em títulos de dívida pública foi "um sucesso" e que potencia a entrada de capitais.
O preço do barril de petróleo Brent, para entrega em julho, encerrou hoje no mercado de futuros de Londres em alta de 1,03%, para os 79,22 dólares.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomendou ao Governo de Angola que use eventuais receitas tributárias adicionais para reduzir o atraso nos pagamentos aos fornecedores e reduzir a dívida pública, que deverá subir para 73% do PIB este ano.
Fonte próxima ao governador do banco central garantiu ao VALOR que as casas de câmbio não receberão divisas tão cedo. E diz que o afastamento nos leilões é estratégia do Governo. Medida surge quando 20 operadores já desistiram do negócio. Campanha do BNA pode deitar abaixo mais 40 empresas.
O Banco Nacional de Angola (BNA) nega ter emitido qualquer Aviso ou Instrutivo, instrumentos utilizados pelo Banco Central, para alterar regras e procedimentos a adoptar pelas instituições financeiras.