Quarta, 01 de Julho de 2026
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O Banco Nacional de Angola (BNA) injetou em 15 dias quase 350 milhões de euros em divisas nos bancos comerciais, para eliminar as dificuldades de movimentação de contas em moeda estrangeira por residentes cambiais.

O preço para comprar divisas nas ruas de Luanda está em queda, que no caso do euro chega aos oito por cento, no espaço de um mês, em sentido contrário à contínua depreciação oficial do kwanza angolano.

Tão logo foi publicado o Decreto Presidencial a alterar o contexto da importação de carros usados, o país agitou-se. Para muitos é o reavivar da esperança de finalmente adquirir um carro, todavia, para os veteranos no negócio a situação é igual a de um agricultor que aguarda por chuva abundante mas a natureza lhe oferece apenas chuviscos

O Banco Nacional de Angola (BNA) alargou o prazo de levantamento sobre a situação dos pagamentos atrasados ao exterior até agosto, porque muitos processos não se encontravam em posse dos bancos comerciais, originando a duplicação dos números.

Algumas agências de viagens passaram a vender bilhetes de avião em Kz para não perder clientes, com restrições impostas pelas companhias que asseguram as ligações aéreas e com taxas de câmbio, do dia, do BNA e da IATA. A maior parte só aceita moeda nacional quando a viagem parte de Luanda.

O novo Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE) angolano, instituído este mês por decreto presidencial, vai assumir o processo de privatização das empresas estatais.

 O kwanza angolano sofreu na segunda-feira a segunda desvalorização face ao euro este mês, acumulando uma perda já superior a 35% desde a aplicação do regime flutuante cambial, em janeiro, com taxas de câmbio formadas nos leilões de divisas.

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