Quando Mário Rodrigues chegou a Luanda, em agosto de 2014, Maria Peixoto já se tinha estabelecido em Angola há uma década, altura em que o país crescia a toda a força, com o fim da guerra.
O direito à honra é esmagado pelo lixo mediático que em Angola ameaça sujar tudo e todos. O bom nome de um cidadão, seja ele quem for, pode ser atirado para a lama na maior das impunidades, em antros como o Club K e seus derivados.