A organização HRW apela a uma maior investigação às mortes de Alves Kamulingue e Isaías Cassule. Ativistas acusam o Presidente de fazer manobras de diversão e duvidam que haja um processo jurídico credível.
O pior da “turbulência” entre Luanda e Lisboa terá passado e as duas capitais têm neste momento a funcionar uma “diplomacia do silêncio” para restabelecer o elevado nível de cooperação.