A libertação dos 17 ativistas angolanos detidos há mais de um ano em Luanda, decidida hoje pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de Angola, "não deixa de ser uma decisão política" que resulta da "pressão", afirmou hoje Rafael Marques.
Familiares, amigos e advogados dos ativistas angolanos condenados em março a penas de prisão que chegam aos 08 anos e meio de cadeia estão concentrados no exterior do Hospital-Prisão de São Paulo, em Luanda, aguardando a libertação dos detidos.
A Feira Internacional de Luanda (FILDA), foi adiada para Novembro devido ao "actual estado da economia do país", lê-se numa comunicação enviada aos expositores.
Prazo de receção de candidaturas acaba esta quinta-feira apenas com a do presidente angolano, que anunciou que iria deixar a vida política ativa em 2018