O Instituto de Meteorologia de Angola prevê a ocorrência de seca no sul e sudeste e excesso de chuva no litoral do país, na época 2026/2027, devido aos fenómenos 'El Niño' e o Índice do Atlântico Sul Tropical.
As condições desumanas em que vivem milhares de angolanos empurrados pela seca para a Namíbia exigem «preocupação humanitária» e «solidariedade internacional», segundo o último balanço da Amnistia Internacional (AI) divulgado hoje.
A escassez de água na vila da Santa Clara, sul de Angola, desde agosto passado, está a levar cidadãos a caminharem longas distâncias até à fronteira com a Namíbia, onde madrugam para conseguirem água para consumo.
Um analista político pediu hoje “sensibilidade” do Presidente angolano em assumir publicamente que o país “está em crise e que o povo está a sofrer de fome” e defendeu que João Lourenço, no seu discurso à Nação, apresente soluções efetivas.
O Presidente angolano afirmou que “o grande programa” de combate à seca no sul de Angola “é para ser levado até ao fim”, com um investimento próximo dos três mil milhões de dólares (2,6 mil milhões de euros).