A cerveja foi o produto que teve maior participação no Produto Interno Bruto (PIB) do setor industrial angolano em 2022, com um peso de 17%, seguindo-se a farinha de trigo com 14%, indicam dados oficiais.
O ministro da Indústria e Comércio angolano disse hoje que a “derrocada” dos preços dos produtos no mercado seria maior se a Reserva Estratégica Alimentar (REA) não interviesse, referindo que o aumento dos preços é “alimentado pela importação”.
O ministro da Indústria e Comércio justificou hoje que o encerramento de armazéns em Luanda, há quase um mês, visou travar a “confusão comercial”, considerando que a medida “não foi assim tão disruptiva” e que já reabriram alguns estabelecimentos.
O Governo angolano vai proibir a produção de whisky e outras bebidas em pequenas embalagens, vulgarmente conhecidos em como “pacotinhos”, devido aos seus “malefícios” para a saúde pública e para a biodiversidade marinha, foi hoje anunciado.
O novo ministro de Estado para a Coordenação Económica disse hoje que vai fazer uma reapreciação do processo de emissão de cartões para o subsídio à gasolina a taxistas, moto taxistas e embarcações de pesca artesanal.
O Presidente angolano manifestou-se hoje “muito esperançado” na nomeação do ex-governador do Banco Nacional de Angola para o cargo de ministro de Estado para a Coordenação Económica, que assume a função encontrando “um dossier delicado”.
O ex-secretário provincial de Luanda da Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE), António Francisco Hebo, está detido por ter vendido duas viaturas pertencentes à organização.
O MPLA, partido do poder em Angola, exortou hoje o executivo a prosseguir com a “remoção das distorções” que prevalecem nos preços, saudando as medidas para reduzir o impacto da retirada dos subsídios aos combustíveis.
A UNITA, apelou hoje a taxistas e moto taxistas descontentes com o aumento da gasolina que se abstenham da violência e pediu um inquérito parlamentar aos confrontos no Huambo que causaram pelo menos oito mortos.
As autoridades angolanas admitem falhas de comunicação sobre o processo de retirada dos subsídios aos combustíveis, que têm suscitado protestos em várias províncias, e estão a promover sessões de esclarecimento com vários setores da sociedade.