O secretário-geral do Conselho Islâmico de Angola (Consia) condenou hoje a aglomeração de muçulmanos, maioritariamente estrangeiros, no posto policial do Zango 4, em Luanda, que foram "buscar explicações" sobre detenções nos arredores de uma mesquita.
A queda do kwanza, que desvalorizou 60% desde o início do ano, apanhou desprevenidas muitas empresas que operam em Angola e que admitem "congelamento" de investimentos, agravando o desemprego e as condições de vida da população.
O Presidente da República, João Lourenço, garantiu nesta segunda-feira, no Soyo (Zaire), que as novas embarcações para a Marinha de Guerra Angolana (MGA) foram adquiridas em processos transparentes e que não “beliscam” a imagem do país.
A consultora BMI, do grupo Fitch Solutions, reviu hoje em baixa a previsão de crescimento para Angola este ano, antecipando um regresso à recessão, essencialmente devido à desvalorização do kwanza e ao aumento da inflação.
Benesses aos deputados praticamente disparam para o dobro do que era praticado até à actualização. Conselho de Administração da AN alega que os subsídios promovem prestação harmoniosa e eficiente dos parlamentares.
O ativista angolano Gilson da Silva Moreira "Tanaice Neutro" acusou hoje a UNITA (oposição) de "ter negociado" as eleições gerais de 2022 com o MPLA (no poder), manifestando-se dececionado com o partido liderado por Adalberto Costa Júnior.
O BPI decidiu suspender a venda da posição de 48,1% quer detém no Banco de Fomento Angola (BFA). Esta decisão já foi comunicada aos dois candidatos que tinham apresentado propostas de compra da participação, o grupo Carrinho e a Gemcorp, sabe o Negócios.
O Presidente angolano destacou hoje os investimentos em meios e estaleiros navais, para dar início à construção de navios de guerra no país, contribuindo também para a segurança e combate à pirataria no Golfo da Guiné.
O quinto congresso ordinário do Partido de Renovação Social (PRS), inicialmente agendado para Maio deste ano, será realizado no decorrer no segundo semestre deste ano, em Luanda.
O ativista Rafael Marques considerou que a situação em Angola "requer muito cuidado" porque a contestação baseia-se na fome dos cidadãos, acusando o Presidente angolano de cuidar apenas dos seus interesses pessoais e do seu círculo mais restrito.