A companhia aérea de bandeira nacional, TAAG, vai retomar os voos para a China entre finais do corrente ano e princípio de 2024, após interrupção, em consequência da pandemia da Covid-19.
O presidente da UNITA encontra-se em Washington para contatos nos quais procura “ajudar a melhorar a abordagem do relacionamento entre os dois países que deve ser sempre multilateral”.
A proposta de elaboração do Instrutivo do Orçamento Geral do Estado 2024 prevê a eliminação da renovação de frotas protocolares do Estado, bem como a aquisição ou aluguer de imóveis para fins residenciais em Angola ou no estrangeiro, no quadro da redução de despesas.
O Conselho de ministros angolano aprovou hoje a redução do IVA dos bens alimentares de 14% para 7%, cuja lista ainda não foi divulgada, diploma que será agora submetido à Assembleia Nacional.
UNITA admite que pretensão de destituir Presidente João Lourenço poderá "bater na rocha", devido à legislação em vigor no país. Ainda assim, deputada Mihaela Webba garante que o partido não vai recuar.
Uma esquadra foi vandalizada na província angolana do Namibe e 26 pessoas foram detidas, depois de um polícia ter disparado contra dois homens, um dos quais ficou gravemente ferido, segundo um comunicado das autoridades angolanas.
No documento enviado à presidente da Assembleia Nacional, Carolina Cerqueira, e aos grupos parlamentares do MPLA, da UNITA e Misto, o major das FAA revela uma série de acontecimentos, que tiveram lugar antes do sequestro que diz ter sido alvo e logo a seguir, quando foi conduzido, por 44 dias, a um cárcere privado, sob tortura, coacção e interrogatórios incessantes, alguns dos quais conduzidos pelo próprio general Fernando Garcia Miala.
A petrolífera estatal angolana Sonangol disse hoje que a produção petrolífera do país tem estado “estável e sem declínios acentuados” nos últimos tempos, fruto de ações em curso que têm permitido travar o declínio.
Os cidadãos angolanos com bens no exterior só mudaram de postura quando foram efectuadas as primeiras detenções de dirigentes "consagrados".
O major das Forças Armadas Angolanas (FAA) Pedro Lussati acusou, na denúncia enviada à Assembleia Nacional, o general Fernando Garcia Miala de o ter mantido, durante 44 dias, em cárcere privado, na sequência de várias tentativas de assassinato, para ficar com mais de 100 milhões de dólares norte-americanos seus — dinheiro este que o chefe do Serviço de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE) lhe teria dito que ficou com o Presidente João Lourenço.