Uma rutura de cabos submarinos, provavelmente associada a correntes fortes do rio Congo pode afetar as comunicações dos países a sul da República Democrática do Congo, devendo sentir-se em Angola “ligeira degradação na qualidade da Internet”, foi hoje anunciado.
O Movimento de Estudantes Angolanos (MEA) pediu a intervenção do Presidente angolano para travar o aumento de preços nos estabelecimentos de ensino privado devido às dificuldades socioeconómicas das famílias.
sindicato da Sociedade Mineira do Cuango (SMC) acusou neste domingo, 6, a Polícia Nacional (PN) de ter, alegadamente, ferido três trabalhadores com armas de fogo, dois dos quais “em estado grave” e detido sete outros, enquanto quatro encontram-se desaparecidos.
A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês) e a operadora móvel Africell vão financiar um projeto que visa promover o dinheiro digital em Angola, num investimento aproximado de 10 milhões de dólares.
O país sofrerá consequências económicas e financeiras com grandes implicações sociais, se no período de um ano não suprir as insuficiências constatadas a nível dos orgãos que compõem o sistema anti-branqueamento de capitais do país.
A Recredit- Gestão de Activos levou ao Tribunal processos avaliados em 129 mil milhões de kwanzas, no âmbito da recuperação de activos tóxicos adquiridos ao Banco de Poupança de Crédito (BPC).
A organização não-governamental (ONG) Human Rights Watch (HRW) acusou hoje as forças de segurança angolanas de “homicídios ilegais, de abusos graves contra ativistas políticos e manifestantes pacíficos desde janeiro”.
O leilão de 34 viaturas apreendidas no processo de recuperação de activos do Estado, realizado domingo, arrecadou 1,7 mil milhões de kwanzas (2,1 milhões dólares), o dobro do valor previsto 771.671.371,26 kwanzas (935.431 dólares).
O Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos lança, este domingo, um leilão de 108 viaturas e três embarcações apreendidas âmbito dos processos de recuperação de activos judicialmente autorizados.
O Governo angolano descarta a possibilidade de ir, ainda este ano, aos mercados internacionais para contrair nova dívida. A informação foi avançada pela Ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, durante um encontro que manteve com os jornalistas, para abordagem de uma série de questões relacionadas a economia do país.