O nome do jovem estudante italiano Piero Bruno, assassinado, em 1975, numa manifestação a favor da Independência de Angola será dado a uma das ruas de Luanda.
O presidente do Conselho Islâmico de Moçambique (CISLAMO), Sheikh Aminuddin Muhammad, disse hoje, em Luanda, que o Islão tem um reconhecimento prático em Angola, apontando o crescimento do número de mesquitas e de fiéis em todo o país.
Apesar de toda a pressão da procura sobre o mercado cambial, a paridade com o dólar mantém-se na casa dos 827 kz há quase um mês. Mesmo quando nos mercados internacionais a moeda norte-americana ultrapassou o valor do euro, o câmbio oficial não reagiu. Prevê-se uma desvalorização no final de Janeiro.
A UNITA, principal partido da oposição, defende que a clinica Multiperfil, deixe de cobrar avultadas somas aos cidadãos pelos serviços praticados, porque recebe anualmente milhões de dólares, uma contribuição de todos angolanos, através do Orçamento Geral do Estado (OGE).
A TAAG, linhas aéreas de Angola, vai aumentar para seis, a partir de 11 de dezembro próximo, as frequências semanais na rota entre a capital angolan, Luanda, e a cidade brasileira de São Paulo, dando “mais opções de mobilidade" aos seus passageiros e clientes.
Vias intransitáveis, inundações, casas alagadas, carros a circular por estradas transformadas em rios é o cenário que se verifica, esta quinta-feira, em Luanda, devido às chuvas acompanhadas com fortes trovoadas e registo de desaparecimento de um jovem.
O Grupo Parlamentar da UNITA emite nota em resposta ao Tribunal Supremo sobre a suspensão do mandato de Nuno Álvaro Dala. O deputado enfrenta acusações de crimes contra a honra, mas a UNITA denuncia motivação política.
As mulheres dos ativistas angolanos condenados em setembro, por desobediência e resistência, queixaram-se hoje da falta de apoio e prometeram marchar nuas, em Luanda, em protesto contra a "prisão injusta", pedindo a intervenção do Presidente angolano, João Lourenço.
O presidente do Tribunal Supremo (TS), Joel Leonardo, negou este mês o recurso de habeas corpus ao arguido Pedro Lussati, condenado a 12 anos de prisão em segunda instância, pelo Tribunal de Relação, embora o Ministério Público (MP) a nível do Supremo tenha aceitado que o major "milionário" fosse colocado em liberdade, sob a medida de apresentação periódica às autoridades, em cada 48 horas, e mediante pagamento de uma caução de mil milhões de kwanzas, soube o Novo Jornal junto do TS.
O representante de Angola na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) disse hoje que o país africano não tenciona sair da organização, depois de a delegação angolana ter abandonado as negociações na noite de quarta-feira.