A defesa das cerca de 200 pessoas condenadas por rebelião na província angolana da Lunda Sul considerou hoje que o processo teve “razões políticas" e não jurídicas e visou inibir o exercício das liberdades de manifestação na região.
Detenções no Cuando Cubango de suspeitos de peculato não convencem habitantes de que Angola age com mão de ferro contra casos do género. Persiste a sensação de impunidade para a grande corrupção no país.
A oferta de escolas para o ensino técnico-profissional em Angola aumentou 40%, nos últimos cinco anos, mas há o desafio de se garantir estágios para os estudantes, disse hoje o secretário de Estado para o Ensino Secundário.
A Aliança Rio Congo (AFC), movimento político-militar que integra grupos armados como o M23, disse hoje que não está vinculada a decisões de reuniões “para as quais não foi convidada”, reclamando o diálogo direto com o Governo de Kinshasa.
Angola adquiriu 1,1 milhões de toneladas métricas de combustíveis no segundo trimestre de 2024 avaliadas em 689 milhões de dólares (644 milhões de euros), menos 8% em relação ao trimestre anterior, segundo dados oficiais.
Perto de 200 pessoas foram condenadas pelo Tribunal da Comarca de Saurimo, em Angola, a oito anos de prisão pelos crimes de associação criminosa, rebelião, participação em motim e desobediência, na sequência de tumultos registados em 2023.
Um consórcio constituído por duas empresas da Mota-Engil venceu o concurso para a “redinamização” do Estaleiro Naval de Porto-Amboim, infraestrutura vocacionada para a indústria petrolífera, anunciou a Sonangol.
A futura Refinaria de Cabinda com a capacidade de processar 30 mil barris de petróleo bruto/dia, numa primeira fase, será inaugurada no primeiro semestre de 2025.
O julgamento do conhecido "caso Xtagiarious" chegará ao fim na próxima semana, com a leitura da sentença do Tribunal de Comarca de Luanda (TCL) que está a jugar deste o passado mês de Maio o empresário Edson Caetano de Oliveira, proprietário da empresa Xtagiarious Finance, acusado de ter burlado centenas de pessoas em largos milhões de kwanzas, apurou o Novo Jornal junto do tribunal.
Inspecção Geral de Trabalho foi chamada a averiguar alegadas irregularidades no processo de despedimentos, mas as conversações com a direcção do grupo Castel não resultaram em nada. Sindicalistas não seguem com protesto por receio de “represálias” e rescisões contratuais.