O nacionalista angolano Ngola Kabango, dirigente da Frente Nacional para a Libertação de Angola (FNLA), recordou o 25 de abril de 1974 como “um dia de alegria”, e lembrou que muitos dos “capitães” combateram em terras angolanas.
O Procurador-Geral da República de Angola destacou hoje os resultados “promissores” alcançados na luta contra a corrupção, mas salientou que as instituições envolvidas devem melhorar o seu desempenho e reforçar a cooperação institucional.
Foi pelo marido que Albina Assis, engenheira química e ex-ministra dos Petróleos de Angola, recebeu a notícia sobre o golpe de Estado em Portugal, no dia 25 de Abril de 1974, que pôs fim a 48 anos de ditadura.
O bispo Valente Bizerra Luís, líder da ala “reformista” da IURD Angola, disse hoje que a reconciliação entre os fiéis não se concretizou devido a “irregularidades” praticadas pelo bispo Alberto Segunda e pelo ministro da Cultura de Angola.