Os testes tiveram início às 09h30 para os candidatos à categoria de escrivão de Direito de 3.ª classe. De acordo com as regras do procedimento, o sistema procede automaticamente à anulação da prova caso o candidato não a conclua dentro do tempo estabelecido.
Já os concorrentes às categorias de ajudante de escrivão e oficial de diligências de 3.ª classe realizam as provas em horários diferenciados, definidos em função da província onde se encontram.
O concurso prevê o preenchimento de 556 vagas destinadas ao reforço do quadro de funcionários judiciais em tribunais de todo o país. Deste total, 50 vagas são para escrivão de Direito de 3.ª classe, 60 para ajudante de escrivão e 446 para oficial de diligências de 3.ª classe. Está igualmente prevista a reserva de 2% das vagas para candidatos com deficiência, no quadro das políticas de inclusão na função pública.
As vagas encontram-se distribuídas pelos tribunais de comarca das 21 províncias, com maior incidência nas regiões com maior volume processual, procurando responder às necessidades mais prementes do sistema judicial.
Para a realização da prova, os candidatos foram orientados a aceder à plataforma electrónica do concurso com “provas.csmj.ao”, pelo menos, 20 minutos de antecedência relativamente ao horário indicado, através do endereço oficial disponibilizado pela organização.
Entretanto, nas primeiras horas desta segunda-feira, vários concorrentes relataram dificuldades de acesso ao portal do concurso, situação que gerou constrangimentos no arranque do processo. Até ao momento, não foi divulgada informação oficial detalhada sobre a origem das falhas técnicas nem sobre eventuais medidas de compensação para os candidatos afectados.

